Estatísticas semestrais do Gabinete Coordenador de Segurança apontam para um aumento do crime nos distrito do Interior.
Os dados ainda são provisórios, mas o Gabinete Coordenador de Segurança (GCS) – que reúne as estatísticas de todas as polícias – revelou ontem que a criminalidade grave e violenta terá diminuído 9% no primeiro semestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2011. Segundo as estatísticas, as forças de segurança registaram menos 1080 casos.
A criminalidade geral, refere o GCS, também baixou ligeiramente, apenas 1,1%, tendo sido participados às autoridades menos 2121 crimes. Os dados provisórios apontam, por outro lado, para uma descida dos crimes de roubo na via pública (menos 695 casos), a farmácias (menos 14), a bombas de gasolina (menos 36), a carros (menos 1991), por esticão (menos 409) e em transportes públicos (menos 50). Registou-se também, no primeiro semestre deste ano, uma diminuição do número de raptos e sequestro (menos 38), de associações criminosas (menos 13) e furtos em residências (menos 1644).
Mais homicídios Ainda assim, há crimes que parecem estar a aumentar, admite o GCS. É o caso dos homicídios: nos primeiros seis meses deste ano foram consumados mais 19 que no mesmo período do ano passado. Os roubos em residências e a ourivesarias, bem como os crimes de extorsão também subiram – tendo-se registado mais 123, 22 e 27 casos, respectivamente. De uma maneira geral, os dados referem que os crimes que mais aumentaram foram fogo posto em florestas (mais 2560 casos) e a contrafacção ou falsificação de moeda e a passagem de moeda falsa (mais 1445 situações).
O roubo em empresas e fábricas e a condução com uma taxa de álcool igual ou superior a 1,2 gramas por litro também aumentaram (mais 61 e 1353 casos detectados, respectivamente), revela o relatório.
Analisando geograficamente a criminalidade referente ao primeiro semestre deste ano, os dados das polícias mostram que o crime aumentou em alguns distritos do Interior e do Alentejo, como Beja, Bragança, Évora, Vila Real e Santarém. Em contrapartida, garante o GCS, a criminalidade parece ter diminuído nos maiores distritos – em Braga, Viana do Castelo, Leiria, Porto, Setúbal e Lisboa.
“trabalho das polícias” A criminalidade participada à PSP, à GNR e à Polícia Judiciária (PJ) esteve ontem em análise numa reunião do GCS, que contou com a participação da ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, do ministro da Administração Interna, Miguel Macedo e dos secretários-gerais do Sistema de Segurança e do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP), além dos responsáveis pelas três polícias.
No final da reunião, o ministro da Administração Interna elogiou o trabalho das polícias. “Fruto do mérito do trabalho das forças e serviços de segurança, os resultados são muito positivos”, considerou Miguel Macedo.
Os dados ainda são provisórios, mas o Gabinete Coordenador de Segurança (GCS) – que reúne as estatísticas de todas as polícias – revelou ontem que a criminalidade grave e violenta terá diminuído 9% no primeiro semestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2011. Segundo as estatísticas, as forças de segurança registaram menos 1080 casos.
A criminalidade geral, refere o GCS, também baixou ligeiramente, apenas 1,1%, tendo sido participados às autoridades menos 2121 crimes. Os dados provisórios apontam, por outro lado, para uma descida dos crimes de roubo na via pública (menos 695 casos), a farmácias (menos 14), a bombas de gasolina (menos 36), a carros (menos 1991), por esticão (menos 409) e em transportes públicos (menos 50). Registou-se também, no primeiro semestre deste ano, uma diminuição do número de raptos e sequestro (menos 38), de associações criminosas (menos 13) e furtos em residências (menos 1644).
Mais homicídios Ainda assim, há crimes que parecem estar a aumentar, admite o GCS. É o caso dos homicídios: nos primeiros seis meses deste ano foram consumados mais 19 que no mesmo período do ano passado. Os roubos em residências e a ourivesarias, bem como os crimes de extorsão também subiram – tendo-se registado mais 123, 22 e 27 casos, respectivamente. De uma maneira geral, os dados referem que os crimes que mais aumentaram foram fogo posto em florestas (mais 2560 casos) e a contrafacção ou falsificação de moeda e a passagem de moeda falsa (mais 1445 situações).
O roubo em empresas e fábricas e a condução com uma taxa de álcool igual ou superior a 1,2 gramas por litro também aumentaram (mais 61 e 1353 casos detectados, respectivamente), revela o relatório.
Analisando geograficamente a criminalidade referente ao primeiro semestre deste ano, os dados das polícias mostram que o crime aumentou em alguns distritos do Interior e do Alentejo, como Beja, Bragança, Évora, Vila Real e Santarém. Em contrapartida, garante o GCS, a criminalidade parece ter diminuído nos maiores distritos – em Braga, Viana do Castelo, Leiria, Porto, Setúbal e Lisboa.
“trabalho das polícias” A criminalidade participada à PSP, à GNR e à Polícia Judiciária (PJ) esteve ontem em análise numa reunião do GCS, que contou com a participação da ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, do ministro da Administração Interna, Miguel Macedo e dos secretários-gerais do Sistema de Segurança e do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP), além dos responsáveis pelas três polícias.
No final da reunião, o ministro da Administração Interna elogiou o trabalho das polícias. “Fruto do mérito do trabalho das forças e serviços de segurança, os resultados são muito positivos”, considerou Miguel Macedo.
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