Há cursos com total empregabilidade. Economia, Psicologia e Ciências de Comunicação são os que registam maior número de desempregados. Mais de 25 mil diplomados no estrangeiro. Doutores representam 13,5% dos cérebros que fugiram do País.
Engenharia, informática, medicina, medicina dentária e ciências farmacêuticas são os cursos com a porta mais aberta para o mercado de trabalho. Quatro universidades públicas e duas privadas figuram no topo das instituições onde estes graus académicos são sinónimo de emprego. Aliás, a taxa de desemprego nestes casos é praticamente inexistente.
As conclusões são do estudo "Empregabilidade e Ensino Superior em Portugal", realizado pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES), que na análise à situação de emprego dos estudantes que terminam o ensino superior confirma a crescente "fuga dos cérebros" portugueses.
As conclusões são do estudo "Empregabilidade e Ensino Superior em Portugal", realizado pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES), que na análise à situação de emprego dos estudantes que terminam o ensino superior confirma a crescente "fuga dos cérebros" portugueses.
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