O presidente do Banco Espírito Santo garantiu hoje que no ano que vem estarão reunidas todas as condições para Portugal regressar ao mercado de dívida. Entretanto, diz, é necessário não ter medo de arriscar e conseguir captar investimento estrangeiro para Portugal. Como explicou hoje, "estão reunidas as condições exigidas para em 2013 Portugal possa regressar aos mercados, mas o relançamento da economia só se poderá fazer com investimento", afirmou.
Ricardo Salgado acrescentou que na captação de investidores internacionais "é fundamental que o processo de privatizações vá até ao fim". Como o responsável referiu hoje, no Fórum da Banca ogranizado pelo Diário Económico, "não se trata de vender os anéis porque as empresas continuam", mas é uma forma de elevar o PIB português "pela neutralização dos prejuízos".
"As empresas com mais prejuízos em Portugal são as empresas do Estado", disse.
"Não temos de ter medo do capital estrangeiro, faz falta para colocar Portugal na senda do crescimento", disse acrescentando que "Ttemos de ir buscar capital estrangeiro e os bancos fazem tudo o que podem para captar capital estrangeiro de risco".
O responsável pelo Banco Espírito Santo acrescentou que "as empresas com prejuízos são redutoras do PIB". É por isso importante que o processo de privatizações não seja abandonado a meio. "Não é para vendermos os anéis como se lê muito por aqui, estas empresas não vão desaparecer".
Ricardo Salgado acrescentou que na captação de investidores internacionais "é fundamental que o processo de privatizações vá até ao fim". Como o responsável referiu hoje, no Fórum da Banca ogranizado pelo Diário Económico, "não se trata de vender os anéis porque as empresas continuam", mas é uma forma de elevar o PIB português "pela neutralização dos prejuízos".
"As empresas com mais prejuízos em Portugal são as empresas do Estado", disse.
"Não temos de ter medo do capital estrangeiro, faz falta para colocar Portugal na senda do crescimento", disse acrescentando que "Ttemos de ir buscar capital estrangeiro e os bancos fazem tudo o que podem para captar capital estrangeiro de risco".
O responsável pelo Banco Espírito Santo acrescentou que "as empresas com prejuízos são redutoras do PIB". É por isso importante que o processo de privatizações não seja abandonado a meio. "Não é para vendermos os anéis como se lê muito por aqui, estas empresas não vão desaparecer".
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