Depois de uma deterioração da economia no segundo semestre deste ano, o Banco Central Europeu espera um ano de 2013 difícil. Mario Draghi afirmou hoje que o crescimento "em 2013 vai manter-se fraco" e como tal "continuará a ser seguido pela nossa política". "Vamos monitorizar os desenvolvimentos da economia da zona euro e teremos estes desenvolvimentos em conta nas nossas projecções de Dezembro", afirmou, lembrando que o crescimento da zona euro deverá ser revisto em baixa no próximo mês.
O presidente do Banco Central Europeu afirmou que "a prioridade é equilibrar os mecanismos de transmissão da política monetária". Como explicou, "os países da zona euro estão num mau equilíbrio e estão assim pela falta de políticas no passado". Referiu ainda que "os erros de política têm de ser corrigidos" e como tal apelou a que os países em dificuldades ativem o programa de compra de dívida soberana no mercado secundário (OMT).
Aos jornalistas, o responsável pela instituição de Frankfurt afirmou que "não estamos satisfeitos com as condições do mercado mas estão a haver melhorias". "Estamos prontos a agir com a OMT para corrigir os indicadores".
O líder do Banco Central Europeu lembrou também que são necessárias medidas de consolidação orçamental por toda a zona euro. Como sublinhou "o pacto fiscal é muito bem-vindo", mas, disse, "os países têm de colocar em prática medidas de consolidação".
"Estamos prontos para agir, o programa OMT é um mecanismo para retirar o risco". Mas, como afirmou aos jornalistas, o programa de compra de dívida "não corrige os problemas fiscais" dos países e como tal cabe aos Governos efectuar ajustes bem como o pedido de ajuda.
Muito questionado relativamente à necessidade de Espanha ou Itália efectuarem um pedido, Draghi limitou-se a dizer que esta tarefa cabe aos países. E disse que "não" existe nenhuma situação em que o BCE possa comprar dívida sem este pedido formal.
Draghi falou ainda sobre a Grécia para dizer que "não podemos fazer monitorização financeira".
O presidente do Banco Central Europeu afirmou que "a prioridade é equilibrar os mecanismos de transmissão da política monetária". Como explicou, "os países da zona euro estão num mau equilíbrio e estão assim pela falta de políticas no passado". Referiu ainda que "os erros de política têm de ser corrigidos" e como tal apelou a que os países em dificuldades ativem o programa de compra de dívida soberana no mercado secundário (OMT).
Aos jornalistas, o responsável pela instituição de Frankfurt afirmou que "não estamos satisfeitos com as condições do mercado mas estão a haver melhorias". "Estamos prontos a agir com a OMT para corrigir os indicadores".
O líder do Banco Central Europeu lembrou também que são necessárias medidas de consolidação orçamental por toda a zona euro. Como sublinhou "o pacto fiscal é muito bem-vindo", mas, disse, "os países têm de colocar em prática medidas de consolidação".
"Estamos prontos para agir, o programa OMT é um mecanismo para retirar o risco". Mas, como afirmou aos jornalistas, o programa de compra de dívida "não corrige os problemas fiscais" dos países e como tal cabe aos Governos efectuar ajustes bem como o pedido de ajuda.
Muito questionado relativamente à necessidade de Espanha ou Itália efectuarem um pedido, Draghi limitou-se a dizer que esta tarefa cabe aos países. E disse que "não" existe nenhuma situação em que o BCE possa comprar dívida sem este pedido formal.
Draghi falou ainda sobre a Grécia para dizer que "não podemos fazer monitorização financeira".
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