Enquanto PSD e CDS
procuram reduzir o impacto fiscal do Orçamento, a troika lembra que
eventuais alterações têm de garantir a mesma meta de défice.
A Comissão Europeia e o FMI
não acreditam que existam alternativas credíveis de corte na despesa
que substituam o agravamento da carga fiscal proposto pelo Governo.
Segundo apurou o Negócios, a quinta avaliação do
Programa de Ajustamento Económico e Financeiro (PAEF) foi feita com base
neste OE e, aos olhos de Bruxelas, qualquer mudança de fundo poderia
prejudicar Portugal. De resto, a aprovação final pelos ministros das
Finanças do euro só estará concluída com a assinatura do FMI, que deverá
analisar o documento na próxima semana.
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