Pedro Duarte Neves considera que hoje "o sistema bancário está mais capitalizado, mais transparente" e com melhor capital. No X Fórum da Banca, a decorrer no hotel Sheraton em Lisboa, o vice-governador do Banco de Portugal lembrou que as instituições portuguesas se ajustaram bem às novas condições da economia tendo respondido com "enorme resiliência" aos primeiros tempos de crise. "Uma das lições da presente crise financeira foi a necessidade de haver mais e melhor capital", característica que acabou por verificar-se, afirmou hoje o vice-governador. Como justifica, em 2009, foram dadas indicações para um Tier Line de 1% e atualmente é exigido um Rácio Core Tier One de 9% e 10%, o que melhorou a solvabilidade dos bancos. O Core Tier One, diz, passou de 6,8% há quatro anos para os atuais 11,9%. Pedro Neves adiante ainda que este aumento dos rácios de capital foi efectuado através de "realizações efectivas de capital".
Para além do aumento dos rácios de solvabilidade, Pedro Duarte Neves refere que o setor bancário tem verificado uma evolução "extremamente positiva" dos depósitos e lembra que este aspecto "constitui um dos ativos mais importantes do sistema bancário português".
O vice-governador do Banco de Portugal lembra que "o Banco de Portugal no que se refere a sistemas de supervisão defende práticas mais exigentes e consistentes a nível europeu" para que se evitem situações de crise financeira. Os padrões "de modelos internos" e de "regulação dos ativos ponderados pelo risco" devem ser mais apertadas, diz, lembrando que "neste aspecto o Banco de Portugal é extremamente conservador".
Para além do aumento dos rácios de solvabilidade, Pedro Duarte Neves refere que o setor bancário tem verificado uma evolução "extremamente positiva" dos depósitos e lembra que este aspecto "constitui um dos ativos mais importantes do sistema bancário português".
O vice-governador do Banco de Portugal lembra que "o Banco de Portugal no que se refere a sistemas de supervisão defende práticas mais exigentes e consistentes a nível europeu" para que se evitem situações de crise financeira. Os padrões "de modelos internos" e de "regulação dos ativos ponderados pelo risco" devem ser mais apertadas, diz, lembrando que "neste aspecto o Banco de Portugal é extremamente conservador".
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