Com a instabilidade política e social a aumentar no mundo, e com as empresas a saírem cada vez mais do seu círculo de ação nacional, é preciso ajudar quem arrisca uma internacionalização. A AON é uma gestora de risco e está empenhada em preparar o caminho das empresas portuguesas que querem sair do país. Já o faz em Portugal desde 1989, mas agora o trabalho é maior. Pedro Penalva, diretor-geral da AON Portugal explicou ao Dinheiro Vivo que a empresa já marca presença em 120 países, com 500 escritórios espalhados pelo mundo o que proporciona uma "visão muito global do mundo e uma capacidade de operação local no mundo". Operar localmente num país que não é o seu ajuda a destruir barreiras que muitas vezes se elevam para os estrangeiros.
Este contexto assume especial importância uma vez que as empresas portuguesas estão cada vez mais expostas a outros mercados e nem sempre têm consciência de que é importante preparar caminho antes de sair do país.
"A nossa principal função é entender, medir e mitigar os riscos. Portanto há um processo de reconhecimento, há uma medição analítica, e depois vemos que estratégias é que podemos ter para mitigar esses riscos. Algumas situações são transferíveis através de um seguro, e um seguro nada mais é que um mecanismo de transferência de risco, mas há outras formas de medição de risco que não passam por esse instrumento. Temos as competências não só de ajudar nesse processo de transferência mas também no processo de entendimento e mitigação".
Assim, uma empresa que queira não só colocar os seus produtos à venda noutros países, mas também efectuar uma gestão a partir do estrangeiro, deve saber o que se passa a nível económico, financeiro e também político. Até porque "nunca na história a magnitude da gestão dos riscos foi tão grande".
"O ambiente político do país, a probabilidade de acontecer uma nacionalização, como por exemplo aconteceu há pouquíssimo tempo na Argentina sem ninguém estar à espera, ou revoluções, tumultos, problemas que possam dificultar a operação de uma empresa nesse país, são muito importantes de averiguar", afirma o responsável.
Mas quando uma empresa quer ir para o exterior deve ter ainda em conta os aspectos práticos, e a seguradora de risco também ajuda neste aspectos regulatórios e legislativos. "Vemos também, por exemplo, como podem ser retirados os dividendos para remunerar o acionista ou quais são os riscos da cadeira logística (produção e transporte) - a forma como se protege a cadeia logística é muitíssimo importante", explica o diretor da AON Portugal.
O responsável explica que os trabalhadores são uma das peças mais importantes nesta equação: "Quando se vai para Paris ou Londres é relativamente pacífico, mas quando se sai para países emergentes, norte de áfrica, Índia, e até o Brasil, o tema já é distinto, e nessa situação apoiamos os clientes com seguros que protejam os expatriados".
A preocupação com o risco não é de hoje, mas agora, explica, as empresas têm mais consciência desta importância. E por isso começam a "arriscar pacientemente" de modo a minimizar os riscos da operação.
Este contexto assume especial importância uma vez que as empresas portuguesas estão cada vez mais expostas a outros mercados e nem sempre têm consciência de que é importante preparar caminho antes de sair do país.
"A nossa principal função é entender, medir e mitigar os riscos. Portanto há um processo de reconhecimento, há uma medição analítica, e depois vemos que estratégias é que podemos ter para mitigar esses riscos. Algumas situações são transferíveis através de um seguro, e um seguro nada mais é que um mecanismo de transferência de risco, mas há outras formas de medição de risco que não passam por esse instrumento. Temos as competências não só de ajudar nesse processo de transferência mas também no processo de entendimento e mitigação".
Assim, uma empresa que queira não só colocar os seus produtos à venda noutros países, mas também efectuar uma gestão a partir do estrangeiro, deve saber o que se passa a nível económico, financeiro e também político. Até porque "nunca na história a magnitude da gestão dos riscos foi tão grande".
"O ambiente político do país, a probabilidade de acontecer uma nacionalização, como por exemplo aconteceu há pouquíssimo tempo na Argentina sem ninguém estar à espera, ou revoluções, tumultos, problemas que possam dificultar a operação de uma empresa nesse país, são muito importantes de averiguar", afirma o responsável.
Mas quando uma empresa quer ir para o exterior deve ter ainda em conta os aspectos práticos, e a seguradora de risco também ajuda neste aspectos regulatórios e legislativos. "Vemos também, por exemplo, como podem ser retirados os dividendos para remunerar o acionista ou quais são os riscos da cadeira logística (produção e transporte) - a forma como se protege a cadeia logística é muitíssimo importante", explica o diretor da AON Portugal.
O responsável explica que os trabalhadores são uma das peças mais importantes nesta equação: "Quando se vai para Paris ou Londres é relativamente pacífico, mas quando se sai para países emergentes, norte de áfrica, Índia, e até o Brasil, o tema já é distinto, e nessa situação apoiamos os clientes com seguros que protejam os expatriados".
A preocupação com o risco não é de hoje, mas agora, explica, as empresas têm mais consciência desta importância. E por isso começam a "arriscar pacientemente" de modo a minimizar os riscos da operação.
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