Depois de um jejum de dois meses, Portugal volta a testar os mercados nesta quarta-feira. Será a segunda vez, desde que assinou o memorando de entendimento com a troika, que o IGCP realiza uma emissão com prazo a 18 meses, e será o último leilão do terceiro trimestre.Contas feitas, o IGCP vai realizar dois leilões com prazos a seis e a dezoito meses, com o objetivo de colocar entre 1,5 e 1,75 mil milhões de euros.
Desde o dia 18 de julho que Portugal se mantinha afastado dos mercados de dívida. Naquela que foi a primeira emissão de dívida do terceiro trimestre, e a primeira sob a liderança de João Moreira Rato, Portugal colocou em julho os 2 mil milhões de euros que pretendia e viu as taxas de juro pagas para vender dívida com prazos a seis e a doze meses recuarem.
O leilão desta quarta-feira faz parte da estratégia do ministro das Finanças, Vítor Gaspar, para tentar "reconstruir a curva de rendimentos", ou seja, ir testando "passo a passo" os mercados internacionais (pedindo empréstimos pequenos), mas em maturidades cada vez mais elevadas
Depois de amanhã será a segunda vez que Portugal vai emitir dívida com prazo a dezoito meses. A última vez que o fez foi a 4 de abril, dia em que vendeu mil milhões de euros, tendo pago uma taxa de 4,537%. Nessa altura, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, disse que os resultados da operação foram um "sucesso" e "prometedores".
Seo colocar a totalidade da dívida, ou seja os 1,75 mil milhões de euros, Portugal terá colocado 18,24 mil milhões de euros e superado as suas necessidades de financiamento para 2012, que ascendem a 17,4 mil milhões.
Desde o dia 18 de julho que Portugal se mantinha afastado dos mercados de dívida. Naquela que foi a primeira emissão de dívida do terceiro trimestre, e a primeira sob a liderança de João Moreira Rato, Portugal colocou em julho os 2 mil milhões de euros que pretendia e viu as taxas de juro pagas para vender dívida com prazos a seis e a doze meses recuarem.
O leilão desta quarta-feira faz parte da estratégia do ministro das Finanças, Vítor Gaspar, para tentar "reconstruir a curva de rendimentos", ou seja, ir testando "passo a passo" os mercados internacionais (pedindo empréstimos pequenos), mas em maturidades cada vez mais elevadas
Depois de amanhã será a segunda vez que Portugal vai emitir dívida com prazo a dezoito meses. A última vez que o fez foi a 4 de abril, dia em que vendeu mil milhões de euros, tendo pago uma taxa de 4,537%. Nessa altura, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, disse que os resultados da operação foram um "sucesso" e "prometedores".
Seo colocar a totalidade da dívida, ou seja os 1,75 mil milhões de euros, Portugal terá colocado 18,24 mil milhões de euros e superado as suas necessidades de financiamento para 2012, que ascendem a 17,4 mil milhões.
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