Um em cada dez europeus sofre de pedra nos rins ou nos ureteres. A Associação Europeia de Urologia, EAU, confirmou esta segunda-feira que a doença afecta cerca de 55 milhões de adultos na Europa. Segundo os especialistas o número de pessoas afectadas duplicou desde 1982 num fenómeno relacionado com as alterações no estilo de vida que conduziram ao aumento da obesidade e dos sindromas metabólicos.
Os cálculos urinários, pedras, são estruturas sólidas causadas pela cristalização no rim de minerais ou sais de ácidos. Uma vez formados, estes cálculos podem manter-se no rim ou descer para dentro do tubo que liga o rim à bexiga, o uréter.
Na maioria dos casos, a pedra é eliminada espontaneamente sem que seja necessário qualquer intervenção, mas em 20% das vezes provoca uma dor severa e faz com que seja necessário um tratamento de emergência. Em casos extremos, a permanência das pedras no aparelho urinário pode conduzir a uma insuficiência renal crónica.
Devido ao elevado número de pessoas afectadas e ao aumento significativo desse número nos últimos anos a EAU está a levar a cabo uma acção de sensibilização da população, pacientes e médicos, para uma doença que se está a transformar numa “mini-epidemia” e que tem tido pouca visibilidade pública. Na Semana da Urologia, que decorre de17 a 21 de Setembro, são disponibilizadas informações, em diversas línguas, aos pacientes europeus sobre como evitar as pedras o que fazer quando elas surgem.
Segundo o porta-voz da EAU, Palle Osther, citado no comunicado de imprensa da associação “o número de adultos com pedras no rim ou no uréter mais do que duplicou numa geração, mas esse aumento não foi acompanhado de um aumento da consciência das pessoas”. Actualmente, uma em cada dez pessoas tem durante a vida um cálculo urinário, por isso “ precisamos de dar aos pacientes, onde quer que estejam, as ferramentas para saber o que perguntar ao médico” refere, no mesmo comunicado, Hein Van Poppel, membro executivo da Associação Europeia de Urologia.
Adoptar medidas de prevenção e de tratamento médico pode, segundo a Associação Portuguesa de Urologia, reduzir em 80% o crescimento dos cálculos já existentes e a formação de novos cálculos. Estas medidas são importantes porque a formação dos cálculos resulta de uma disfunção metabólica crónica e por isso, uma vez formado o primeiro cálculo a pessoa estará susceptível de formar novos, mesmo que este tenha sido removido. Segundo a mesma associação, estima-se que cerca de 50% dos doentes não tratados irão desenvolver um novo cálculo nos 5 a 10 anos seguintes.
A maioria dos afectados por esta doença são homens, mas as mudanças nos estilos de vida, nomeadamente na alimentação, fazem com que cada vez mais mulheres e cada vez mais jovens sofram também de pedras nos rins. Ingerir mais líquidos e alterar os hábitos alimentares de modo a consumir preferencialmente alimentos ricos em substâncias inibidoras da formação de cálculos, tais como o arroz, a batata, a clara de ovo e frutas, como o abacaxi, as uvas ou as peras, podem ajudar a prevenir a formação de cálculos.
Na maioria dos casos, a pedra é eliminada espontaneamente sem que seja necessário qualquer intervenção, mas em 20% das vezes provoca uma dor severa e faz com que seja necessário um tratamento de emergência. Em casos extremos, a permanência das pedras no aparelho urinário pode conduzir a uma insuficiência renal crónica.
Devido ao elevado número de pessoas afectadas e ao aumento significativo desse número nos últimos anos a EAU está a levar a cabo uma acção de sensibilização da população, pacientes e médicos, para uma doença que se está a transformar numa “mini-epidemia” e que tem tido pouca visibilidade pública. Na Semana da Urologia, que decorre de17 a 21 de Setembro, são disponibilizadas informações, em diversas línguas, aos pacientes europeus sobre como evitar as pedras o que fazer quando elas surgem.
Segundo o porta-voz da EAU, Palle Osther, citado no comunicado de imprensa da associação “o número de adultos com pedras no rim ou no uréter mais do que duplicou numa geração, mas esse aumento não foi acompanhado de um aumento da consciência das pessoas”. Actualmente, uma em cada dez pessoas tem durante a vida um cálculo urinário, por isso “ precisamos de dar aos pacientes, onde quer que estejam, as ferramentas para saber o que perguntar ao médico” refere, no mesmo comunicado, Hein Van Poppel, membro executivo da Associação Europeia de Urologia.
Adoptar medidas de prevenção e de tratamento médico pode, segundo a Associação Portuguesa de Urologia, reduzir em 80% o crescimento dos cálculos já existentes e a formação de novos cálculos. Estas medidas são importantes porque a formação dos cálculos resulta de uma disfunção metabólica crónica e por isso, uma vez formado o primeiro cálculo a pessoa estará susceptível de formar novos, mesmo que este tenha sido removido. Segundo a mesma associação, estima-se que cerca de 50% dos doentes não tratados irão desenvolver um novo cálculo nos 5 a 10 anos seguintes.
A maioria dos afectados por esta doença são homens, mas as mudanças nos estilos de vida, nomeadamente na alimentação, fazem com que cada vez mais mulheres e cada vez mais jovens sofram também de pedras nos rins. Ingerir mais líquidos e alterar os hábitos alimentares de modo a consumir preferencialmente alimentos ricos em substâncias inibidoras da formação de cálculos, tais como o arroz, a batata, a clara de ovo e frutas, como o abacaxi, as uvas ou as peras, podem ajudar a prevenir a formação de cálculos.
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