Compra de obrigações deve começar por Portugal.
O maior banco norte-americano acredita que os títulos de dívida portuguesa serão os primeiros a beneficiar do esperado novo programa de compra de dívida do Banco Central Europeu (BCE), o que poderá trazer os títulos a dois anos para perto dos 1,8%, de acordo com a JP Morgan.
"Esperamos que o novo programa de compra de obrigações intervenha inicialmente sobre as obrigações soberanas portuguesas, na sequência da próxima reunião do BCE", defende o analista Seamus Mac Gorain, numa nota enviada aos clientes, citado pelo ‘Business Insider'. Isto porque, segundo o especialista, "as ‘yields' irlandesas estão relativamente baixas, enquanto na Grécia o cumprimento do programa da ‘troika' continua em dúvida". O novo programa deverá incidir apenas sobre os países que já recorreram ao Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF), pelo que a dívida espanhola e italiana não serão elegíveis para beneficiarem deste mecanismo, pelo menos para já.
Rui Bárbara, gestor de activos do banco Carregosa, considera que tal não será suficiente para garantir um regresso de Portugal aos mercados em 2013. Até porque, explica, "a principal intenção do BCE não é essa, mas sim colmatar os efeitos da austeridade nos países intervencionados". Ou seja, garantir que a política monetária de baixos juros flui através da economia da zona euro: "É necessário que o crédito comece a fluir outra vez nas nossas economias e a um custo mais baixo", explica Rui Bárbara. O custo de financiamento do Estado serve, em última análise, de ‘benchmark' para os demais agentes económicos. Quanto ao regresso pleno de Portugal aos mercados de dívida, o gestor adianta que, "actualmente, existe um certo consenso no mercado de que Portugal irá necessitar de mais um ano".
O maior banco norte-americano acredita que os títulos de dívida portuguesa serão os primeiros a beneficiar do esperado novo programa de compra de dívida do Banco Central Europeu (BCE), o que poderá trazer os títulos a dois anos para perto dos 1,8%, de acordo com a JP Morgan.
"Esperamos que o novo programa de compra de obrigações intervenha inicialmente sobre as obrigações soberanas portuguesas, na sequência da próxima reunião do BCE", defende o analista Seamus Mac Gorain, numa nota enviada aos clientes, citado pelo ‘Business Insider'. Isto porque, segundo o especialista, "as ‘yields' irlandesas estão relativamente baixas, enquanto na Grécia o cumprimento do programa da ‘troika' continua em dúvida". O novo programa deverá incidir apenas sobre os países que já recorreram ao Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF), pelo que a dívida espanhola e italiana não serão elegíveis para beneficiarem deste mecanismo, pelo menos para já.
Rui Bárbara, gestor de activos do banco Carregosa, considera que tal não será suficiente para garantir um regresso de Portugal aos mercados em 2013. Até porque, explica, "a principal intenção do BCE não é essa, mas sim colmatar os efeitos da austeridade nos países intervencionados". Ou seja, garantir que a política monetária de baixos juros flui através da economia da zona euro: "É necessário que o crédito comece a fluir outra vez nas nossas economias e a um custo mais baixo", explica Rui Bárbara. O custo de financiamento do Estado serve, em última análise, de ‘benchmark' para os demais agentes económicos. Quanto ao regresso pleno de Portugal aos mercados de dívida, o gestor adianta que, "actualmente, existe um certo consenso no mercado de que Portugal irá necessitar de mais um ano".
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