Vítor Gaspar acaba de lançar um ultimato a todos os elementos dos partidos da oposição, e não só, que se têm demonstrado contra certas medidas do novo pacote de austeridade para 2013. O recado é também dirigido ao CDS que, através de alguns deputados e personalidades, têm reagido com grande ceticismo ao rumo das políticas anunciadas. E, em larga medida, à UGT.
Na intervenção inicial no primeiro debate da nova sessão legislativa, o ministro das Finanças avisou que "os que querem quebrar a unidade de deposito e a unidade de vontade dos portugueses estão a enfraquecer a posição de Portugal e a aumentar a probabilidade da concretização destes riscos catastróficos"."Aqueles que tornarem o cumprimento do programa mais difícil estão a trabalhar para que estes mecanimos de seguro não protejam a economia portuguesa e a sociedade portuguesa de riscos potencialmente catastróficos", insistiu o ministro das Finanças, referindo-se aos mecanismos dos fundos europeus e ao programa de compras ilimitadas de dívida pública recentemente anunciado pelo BCE.
"O sistema político e social em Portugal tem revelado enorme responsabilidade e resistência" e assim tem de continuar, frisou Gaspar.
O ministro responde assim com mais veemência e dramatismo aos críticos do arco do poder (PSD, CDS e PS) que têm vindo a público rejeitar aumentos de impostos, como a subida da TSU programada para 2013.
O recado também vai para a UGT que também ameaça agora "rasgar" o acordo tripartido da concertação social.
O PS já disse que não apoiará um orçamento com estas medidas.
O CDS vai fazer uma reflexão interna, "ouvir o partido", para só depois tomar uma posição, garantiu Paulo Portas, presidente da força política, mas também ministro dos Negócios Estrangeiros.
Na intervenção inicial no primeiro debate da nova sessão legislativa, o ministro das Finanças avisou que "os que querem quebrar a unidade de deposito e a unidade de vontade dos portugueses estão a enfraquecer a posição de Portugal e a aumentar a probabilidade da concretização destes riscos catastróficos"."Aqueles que tornarem o cumprimento do programa mais difícil estão a trabalhar para que estes mecanimos de seguro não protejam a economia portuguesa e a sociedade portuguesa de riscos potencialmente catastróficos", insistiu o ministro das Finanças, referindo-se aos mecanismos dos fundos europeus e ao programa de compras ilimitadas de dívida pública recentemente anunciado pelo BCE.
"O sistema político e social em Portugal tem revelado enorme responsabilidade e resistência" e assim tem de continuar, frisou Gaspar.
O ministro responde assim com mais veemência e dramatismo aos críticos do arco do poder (PSD, CDS e PS) que têm vindo a público rejeitar aumentos de impostos, como a subida da TSU programada para 2013.
O recado também vai para a UGT que também ameaça agora "rasgar" o acordo tripartido da concertação social.
O PS já disse que não apoiará um orçamento com estas medidas.
O CDS vai fazer uma reflexão interna, "ouvir o partido", para só depois tomar uma posição, garantiu Paulo Portas, presidente da força política, mas também ministro dos Negócios Estrangeiros.
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