Vítor Gaspar confirmou que a medida inscrita no Orçamento do Estado para 2013 de aumento das contribuições dos trabalhadores para a Segurança Social - de 11% para 18% - e a redução da TSU das entidades empregadoras - de 23,75% para 18% "não é uma medida que seja, por natureza, temporária.Ainda assim, estando inscrita num orçamento anual, "é naturalmente reversível, não sendo positivo que o seja", explica o ministro das Finanças. Isto porque, acrescentou, os efeitos desta desvalorização fiscal são positivos a curto e médio prazo no emprego, no desemprego, no investimento e nas exportações líquidas.
Segundo os estudos efetuados pelo Governo, em conjunto, com a troika, ao fim de dois anos da medida, o efeito no emprego será positivo em 1%. "Não se trata de utilizar modelos teóricos, mas modelos empíricos adaptados à realidade portuguesa. E os estudos mostram efeitos positivos sobre o emprego, sobre as exportações, as importações e sobre o investimento", afirmou Vítor Gaspar. Os resultados positivos não são ambíguos, ou seja, frisou, o impacto positivo será uma garantia, sendo que poderá ser mais positivo do que o estimado.
Na opinião do ministro, estão ainda criadas as condições para que os preços dos bens e serviços produzidos pelas empresas que beneficiam deste corte da TSU venham a baixar, permitindo, desta forma, atenuar os efeitos da contração da procura interna resultante da redução do rendimento disponível das famílias.
Vítor Gaspar adiantou ainda que serão criados mecanismos de verificação para garantir que as poupanças obtidas com o corte da TSU fiquem nas próprias empresas, através de operações de reforço de capital ou de criação de emprego.
Segundo os estudos efetuados pelo Governo, em conjunto, com a troika, ao fim de dois anos da medida, o efeito no emprego será positivo em 1%. "Não se trata de utilizar modelos teóricos, mas modelos empíricos adaptados à realidade portuguesa. E os estudos mostram efeitos positivos sobre o emprego, sobre as exportações, as importações e sobre o investimento", afirmou Vítor Gaspar. Os resultados positivos não são ambíguos, ou seja, frisou, o impacto positivo será uma garantia, sendo que poderá ser mais positivo do que o estimado.
Na opinião do ministro, estão ainda criadas as condições para que os preços dos bens e serviços produzidos pelas empresas que beneficiam deste corte da TSU venham a baixar, permitindo, desta forma, atenuar os efeitos da contração da procura interna resultante da redução do rendimento disponível das famílias.
Vítor Gaspar adiantou ainda que serão criados mecanismos de verificação para garantir que as poupanças obtidas com o corte da TSU fiquem nas próprias empresas, através de operações de reforço de capital ou de criação de emprego.
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