A informação tem aberto todos os jornais da televisão alemã N-TV, um canal de notícias 24 horas, desde a madrugada de hoje: Espanha bateu o recorde mundial de desemprego. Os números foram publicados em primeira mão pelo Financial Times Deutschland e pertencem à Organização Internacional do Trabalho, segundo a qual Espanha já ocupa o lugar de número um no que toca ao desemprego.
Em outono de 2010, o FMI previa para este ano uma taxa de desemprego de 18% para Espanha, mas ainda a três meses do fim do ano, o Governo espanhol já se confronta com uma taxa de 25% de desemprego, o que supera todas as margens de erro.
As previsões da OIT sempre foram mais pessimistas e continuam a sê-lo. Para 2015, a organização mundial prevê que Espanha termine o ano com 23,4%, o que significa que a criação de emprego continuará quase inexistente. Metade dos jovens estarão desempregados e nem sequer no Médio Oriente ou no Norte de África, onde ocorreram grandes movimentações políticas, os números serão tão maus.
O artigo do periódico alemão refere que esta estatística apenas analisa 178 países e que apesar de existirem alguns países africanos a registar um desemprego mais elevado que o espanhol, não se encontram na lista realizada pela OMT. A Organização ressalva ainda que existem países com taxas pouco fiáveis.
Assim, e segundo informam Espanha tem o maior número de desempregados, logo seguida pela Grécia, o segundo maior do mundo no ranking dos sem emprego.
A OIT refere também que os cortes efectuados por estes governos não se centram na reestruturação do Estado mas sim na retirada de dinheiro da economia o que somado à ausência de crédito gera um cocktail explosivo e cujas consequências vão muito para além do que havia sido previsto.
Em outono de 2010, o FMI previa para este ano uma taxa de desemprego de 18% para Espanha, mas ainda a três meses do fim do ano, o Governo espanhol já se confronta com uma taxa de 25% de desemprego, o que supera todas as margens de erro.
As previsões da OIT sempre foram mais pessimistas e continuam a sê-lo. Para 2015, a organização mundial prevê que Espanha termine o ano com 23,4%, o que significa que a criação de emprego continuará quase inexistente. Metade dos jovens estarão desempregados e nem sequer no Médio Oriente ou no Norte de África, onde ocorreram grandes movimentações políticas, os números serão tão maus.
O artigo do periódico alemão refere que esta estatística apenas analisa 178 países e que apesar de existirem alguns países africanos a registar um desemprego mais elevado que o espanhol, não se encontram na lista realizada pela OMT. A Organização ressalva ainda que existem países com taxas pouco fiáveis.
Assim, e segundo informam Espanha tem o maior número de desempregados, logo seguida pela Grécia, o segundo maior do mundo no ranking dos sem emprego.
A OIT refere também que os cortes efectuados por estes governos não se centram na reestruturação do Estado mas sim na retirada de dinheiro da economia o que somado à ausência de crédito gera um cocktail explosivo e cujas consequências vão muito para além do que havia sido previsto.
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