A chanceler alemã, Angela Merkel, elogiou o cumprimento do programa de ajustamento português e disse acreditar que a sexta tranche financeira será entregue.
A governante alemã falava ao lado do primeiro português, Pedro Passos Coelho, no Forte de São Julião da Barra, numa conferência de imprensa conjunta. “O programa está a ser cumprido por Portugal de forma excelente. Estou convencida de que a sexta tranche vai ser desembolsada”, disse Merkel.
Assumindo que a situação portuguesa é difícil, a chanceler considerou “o que Portugal está a fazer é em benefício do país e da Europa”. Em resposta a uma pergunta sobre a possibilidade de a Alemanha ser mais afectada pela crise dos países periféricos, Merkel admitiu que o seu país também poderá ser atingido pela recessão e que isso não lhe interessa.
Por seu turno, Passos Coelho em resposta a uma pergunta sobre a disponibilidade do Governo para renegociar o memorando, rejeitou essa possibilidade. “Deixe-me ser claro: se a opinião do Governo fosse a de que seria necessário renegociar o memorando, isso significaria um falhanço do nosso programa de ajustamento. Estaríamos perante a necessidade de encontrar um programa mais severo do que o que temos hoje”, disse.
O primeiro-ministro considera até que é um “pouco doentio” assistir a algum debate que se vem fazendo na comunicação social que põe “todo o enfoque do lado dos riscos negativos”.
A mesma tónica foi dada por Angela Merkel: “Se passamos o dia a duvidar do que foi feito ontem, não podemos seguir o caminho que estamos a seguir.” A chanceler sublinhou ainda que “o sucesso não vem da noite para o dia, é um processo que exige tempo”.
Em relação a uma possível suavização do memorando de ajuda externa, Passos Coelho lembrou que a flexibilização já foi conseguida por proposta do Governo na última avaliação regular. Angela Merkel sublinhou que a troika não foi sempre dura”.
Durante a conferência de imprensa de mais de uma hora em que os governantes responderam a quatro perguntas, Angela Merkel insistiu na necessidade de competitividade num mundo em que “90% do crescimento está fora da Europa” e disse que “Portugal é um exemplo de que a competitividade pode ser melhorada”.
Assumindo que a situação portuguesa é difícil, a chanceler considerou “o que Portugal está a fazer é em benefício do país e da Europa”. Em resposta a uma pergunta sobre a possibilidade de a Alemanha ser mais afectada pela crise dos países periféricos, Merkel admitiu que o seu país também poderá ser atingido pela recessão e que isso não lhe interessa.
Por seu turno, Passos Coelho em resposta a uma pergunta sobre a disponibilidade do Governo para renegociar o memorando, rejeitou essa possibilidade. “Deixe-me ser claro: se a opinião do Governo fosse a de que seria necessário renegociar o memorando, isso significaria um falhanço do nosso programa de ajustamento. Estaríamos perante a necessidade de encontrar um programa mais severo do que o que temos hoje”, disse.
O primeiro-ministro considera até que é um “pouco doentio” assistir a algum debate que se vem fazendo na comunicação social que põe “todo o enfoque do lado dos riscos negativos”.
A mesma tónica foi dada por Angela Merkel: “Se passamos o dia a duvidar do que foi feito ontem, não podemos seguir o caminho que estamos a seguir.” A chanceler sublinhou ainda que “o sucesso não vem da noite para o dia, é um processo que exige tempo”.
Em relação a uma possível suavização do memorando de ajuda externa, Passos Coelho lembrou que a flexibilização já foi conseguida por proposta do Governo na última avaliação regular. Angela Merkel sublinhou que a troika não foi sempre dura”.
Durante a conferência de imprensa de mais de uma hora em que os governantes responderam a quatro perguntas, Angela Merkel insistiu na necessidade de competitividade num mundo em que “90% do crescimento está fora da Europa” e disse que “Portugal é um exemplo de que a competitividade pode ser melhorada”.
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