A Associação Nacional de Guardas considerou, esta quarta-feira, que a detenção de quatro militares da GNR do Comando Territorial do Porto é "um caso isolado" que não afeta a "dignidade da instituição e dos milhares de elementos que a integram".
Os quatro militares da GNR - um sargento e três guardas - que foram detidos, na terça-feira, são suspeitos da prática dos crimes de corrupção, abuso de poder e peculato. Vão ser ouvidos, esta quarta-feira, num primeiro interrogatório judicial para conhecerem quais as medidas de coação a aplicar.
Em comunicado, a direção da Associação Nacional dos Guardas (ANAG-GNR) refere tratar-se de "um caso isolado, que obviamente lamenta", e ressalva que "até julgamento e trânsito em julgado, os respetivos militares gozam como qualquer outro cidadão de presunção de inocência".
Contudo, "a ANAG não pode nem deve pôr em causa os indícios recolhidos na investigação da Polícia Judiciária em colaboração com o Comando Territorial da GNR do Porto, que levaram à detenção dos militares", acrescenta.
A investigação policial da PJ, iniciada em maio de 2011 e com a "estreita" colaboração da GNR, foi desencadeada após a deteção de "comportamentos ilícitos por parte dos militares", lê-se num comunicado divulgado pela GNR na terça-feira.
A deteção dos comportamentos ilícitos foi feita pelo comandante do Destacamento Territorial de Matosinhos, que "participou os factos à autoridade judicial", acrescenta a mesma nota de imprensa.
Fonte da PJ disse ainda à agência Lusa que as buscas domiciliárias permitiram perceber alguns contornos dos alegados ilícitos. A mesma fonte acrescentou que grande parte dos alegados crimes terá sido praticada em Vila do Conde.
A PJ acrescenta, também, num comunicado divulgado na terça-feira, que, no âmbito das diligências realizadas, foram apreendidos "diversos documentos", que vão seguir para análise para obter um "esclarecimento total" daqueles comportamentos ilícitos.
Em comunicado, a direção da Associação Nacional dos Guardas (ANAG-GNR) refere tratar-se de "um caso isolado, que obviamente lamenta", e ressalva que "até julgamento e trânsito em julgado, os respetivos militares gozam como qualquer outro cidadão de presunção de inocência".
Contudo, "a ANAG não pode nem deve pôr em causa os indícios recolhidos na investigação da Polícia Judiciária em colaboração com o Comando Territorial da GNR do Porto, que levaram à detenção dos militares", acrescenta.
A investigação policial da PJ, iniciada em maio de 2011 e com a "estreita" colaboração da GNR, foi desencadeada após a deteção de "comportamentos ilícitos por parte dos militares", lê-se num comunicado divulgado pela GNR na terça-feira.
A deteção dos comportamentos ilícitos foi feita pelo comandante do Destacamento Territorial de Matosinhos, que "participou os factos à autoridade judicial", acrescenta a mesma nota de imprensa.
Fonte da PJ disse ainda à agência Lusa que as buscas domiciliárias permitiram perceber alguns contornos dos alegados ilícitos. A mesma fonte acrescentou que grande parte dos alegados crimes terá sido praticada em Vila do Conde.
A PJ acrescenta, também, num comunicado divulgado na terça-feira, que, no âmbito das diligências realizadas, foram apreendidos "diversos documentos", que vão seguir para análise para obter um "esclarecimento total" daqueles comportamentos ilícitos.
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