O número de desempregados inscritos nos centros de emprego aproximou-se em outubro dos 700 mil, o que traduz um novo máximo histórico. Os dados do Instituto do Emprego e Formação Profissional dão conta de uma subida homóloga de 22,,5%.
Para este novo máximo histórico contribuiu sobretudo o aumento mais significativo dos homens, ainda que no seu conjunto estes continuem a ter um peso menor dos que as mulheres nos números de inscritos nos Centros de Emprego.
Em termos absolutos, as pessoas que têm como nível de instrução apenas o ensino básico foram as mais afetadas pelo desemprego em outubro, mas os dados mostram que o ritmo de destruição de emprego é mais elevado entre os que têm o ensino superior.
Em outubro, o número de desempregados com apenas o 1º ciclo atingiu os 82.930, o que traduz uma subida homóloga de 16,5% e mensal de 2,2%. Entre os licenciados, a subida foi mais agressiva: em apenas um ano, o número destes desempregados subiu 43,1%, passando de 63.403 para 90.709.
Os dados do IEFP surgem um dia depois de o Instituto Nacional de Estatística ter revelado os seus dados trimestrais, que dão conta de que a taxa do desemprego atingiu em setembro os 15,8%, abrangendo 870,9 mil pessoas.
Apesar desta evolução, o secretário de Estado do Emprego disse ontem que o Governo vai manter inalterada nos 15,6% a sua projeção sobre o desemprego para o conjunto do ano de 2012.
Um atraso na publicação das estatísticas mensais da Segurança Social que permitem verificar quantos desempregados estão a receber subsídio de desemprego, impede que possa verificar-se qual a taxa de cobertura desta prestação.
Os últimos dados disponíveis referem-se a agosto, mês em que estavam a receber o subsídios de desemprego (nas versões inicial, subsequente e social) 370.157 pessoas, menos de metade das que nesse mês estavam inscritas no Centros de Emprego.
Entre setembro e outubro deste ano, as Centros de Emprego registaram uma subida de 11.443 desempregados inscritos o que traduz uma subida de 1,7%. Este número traduz o saldo (entre os que “novos” e os que perdem a ligação ao Centro de Emprego), uma vez que ao longo de outubro, os dados indicam um número de novas inscrições envolvendo 75.700 pessoas (72 mil das quais no Continente).
A comparação homóloga é igualmente negativa. Segundo o IEFP, em outubro de 2011, estavam inscritos 567.250 desempregados, quase menos 128 mil do que os 695.000 agora registados.Para este novo máximo histórico contribuiu sobretudo o aumento mais significativo dos homens, ainda que no seu conjunto estes continuem a ter um peso menor dos que as mulheres nos números de inscritos nos Centros de Emprego.
Em termos absolutos, as pessoas que têm como nível de instrução apenas o ensino básico foram as mais afetadas pelo desemprego em outubro, mas os dados mostram que o ritmo de destruição de emprego é mais elevado entre os que têm o ensino superior.
Em outubro, o número de desempregados com apenas o 1º ciclo atingiu os 82.930, o que traduz uma subida homóloga de 16,5% e mensal de 2,2%. Entre os licenciados, a subida foi mais agressiva: em apenas um ano, o número destes desempregados subiu 43,1%, passando de 63.403 para 90.709.
Os dados do IEFP surgem um dia depois de o Instituto Nacional de Estatística ter revelado os seus dados trimestrais, que dão conta de que a taxa do desemprego atingiu em setembro os 15,8%, abrangendo 870,9 mil pessoas.
Apesar desta evolução, o secretário de Estado do Emprego disse ontem que o Governo vai manter inalterada nos 15,6% a sua projeção sobre o desemprego para o conjunto do ano de 2012.
Um atraso na publicação das estatísticas mensais da Segurança Social que permitem verificar quantos desempregados estão a receber subsídio de desemprego, impede que possa verificar-se qual a taxa de cobertura desta prestação.
Os últimos dados disponíveis referem-se a agosto, mês em que estavam a receber o subsídios de desemprego (nas versões inicial, subsequente e social) 370.157 pessoas, menos de metade das que nesse mês estavam inscritas no Centros de Emprego.
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