Henrique Corrêa da Silva e Clemente Lucena Vian, ex-expiões do Serviço de Informações Estratégia de Defesa (SIED) foram requisitados pela Polícia Judiciária para a Unidade de prevenção e Apoio Tecnológico (UPAT), o departamento que trata das vigilâncias aos supeitos.
Os dois ex-expiões estiveram na dependência de Jorge Silva Carvalho enquanto este, hoje acusado de corrupção no caso das Secretas, foi ali director.
Segundo o Diário de Notícias, a requisição de ambos foi proposta com carácter de urgência pelo director da UPAT, João Correia, justificando-a com os “conhecimentos técnicos e profissionais dos ex-expiões.
No final de 2011, depois de uma reestruturação nos serviços de informação, os dois ex-expiões foram colocados na Presidência do Conselho de Ministros. O despacho de integração no quadro da Presidência do Conselho de Ministros foi assinado pelo primeiro-ministro e pelo ministro das Finanças a 5 de Junho. Desde que tinham cessado funções no SIED, estavam sem funções atribuídas, em casa, a receber o salário de técnicos superiores.
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