A zona euro deverá entrar em nova recessão técnica até ao final do ano, no último trimestre, fruto do abrandamento da economia do Velho Continente. A Irlanda é a única excepção neste momento no bloco monetário, com os restantes países a contraírem-se fortemente, sendo de destacar Espanha e Itália que está a sofrer um forte arrefecimento económico.O indíce PMI composto da zona euro, que mede a actividade total dos sectores de produção e dos serviços elaborado pela Markit Economics, regista a sua sétima contracção consecutiva em Agosto e antecipa a entrada em nova recessão técnica no último trimestre.
A actividade económica total da zona euro contraiu-se pelo sétimo mês consecutivo e mantêm-se nos 46,3 pontos face aos 46,5 de Julho, segundo dados citados pelo jornal Expansíon.
Segundo o índice, a actividade económica está a sofrer uma contracção generalizada em todos os países do euro, excepto na Irlanda, com 51,4 pontos, máximo de dois meses. O abrandamento é mais acentuado em Espanha (43,4) e Itália (43,5), enquanto na Alemanha (47) e em França (48) também continuam as quedas.
Rob Dobson, analista da Markit, destaca que os dados antecipam uma recessão técnica no terceiro trimestre. “As fortes reduções dos novos pedidos no sector de produção e no sector serviços, além das novas destruições de emprego, demonstram que existem poucas possibilidade de materialização de uma melhoria sustentável das condições económicas a curto prazo”, segundo o documento.
“Pode-se obter um certo consolo da recente reactivação na Irlanda, que trás esperança aos outros países de que é possível voltar ao crescimento”.
O motor da economia europeia também levanta algumas preocupações, segundo o analista. “Cresce a preocupação pela ameaça que supõem os indícios cada vez maiores da debilidade procedente da Alemanha, o país que o resto das nações consideravam como o pilar para suster o crescimento da zona euro em geral”.
“Com o seu motor de exportações em marcha atrás e a sua demanda interna instável, este crescimento parece menos provável à medida que o ano avança. Se os países mais importantes se debilitam, as perspectivas para os países periféricos seguramente vão piorar”, conclui.
A actividade económica total da zona euro contraiu-se pelo sétimo mês consecutivo e mantêm-se nos 46,3 pontos face aos 46,5 de Julho, segundo dados citados pelo jornal Expansíon.
Segundo o índice, a actividade económica está a sofrer uma contracção generalizada em todos os países do euro, excepto na Irlanda, com 51,4 pontos, máximo de dois meses. O abrandamento é mais acentuado em Espanha (43,4) e Itália (43,5), enquanto na Alemanha (47) e em França (48) também continuam as quedas.
Rob Dobson, analista da Markit, destaca que os dados antecipam uma recessão técnica no terceiro trimestre. “As fortes reduções dos novos pedidos no sector de produção e no sector serviços, além das novas destruições de emprego, demonstram que existem poucas possibilidade de materialização de uma melhoria sustentável das condições económicas a curto prazo”, segundo o documento.
“Pode-se obter um certo consolo da recente reactivação na Irlanda, que trás esperança aos outros países de que é possível voltar ao crescimento”.
O motor da economia europeia também levanta algumas preocupações, segundo o analista. “Cresce a preocupação pela ameaça que supõem os indícios cada vez maiores da debilidade procedente da Alemanha, o país que o resto das nações consideravam como o pilar para suster o crescimento da zona euro em geral”.
“Com o seu motor de exportações em marcha atrás e a sua demanda interna instável, este crescimento parece menos provável à medida que o ano avança. Se os países mais importantes se debilitam, as perspectivas para os países periféricos seguramente vão piorar”, conclui.
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