A evolução do produto interno bruto (PIB) hoje avançada pelo INE mostra que o défice público do primeiro semestre terá ficado muito próximo dos 5%, melhor do que estimou recentemente a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO).O PIB a preços correntes do primeiro semestre terá ficado próximo dos 83,683 milhões de euros, segundo indica o INE.
Significa isto que o saldo relevante para a troika, um défice de 4,124 mil milhões de euros segundo informou já o Ministério das Finanças através da Direção-Geral do Orçamento, terá um peso de 4,9% do PIB. A UTAO, na última análise à execução orçamental, estimou um défice de 6,7% a 7,1% do produto nos primeiros seis meses.
Este saldo, que emerge dos critério do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF) e que já corrige alguns dos efeitos de caixa (como a contabilização dos fundos de pensões da banca que não podem contar como receita este ano), já se aproxima bastante do valor final em contabilidade nacional, que será libertado pelo INE no final deste mês.
A meta da troika para o défice do primeiro semestre até era mais dramática (4,4 mil milhões de euros ou 5,3%).
O problema, como já fizeram saber vários membros do Governo, é que o segundo semestre vai ser difícil para o desempenho da receita e podendo mesmo haver despesas que entrem no final do ano que façam descarrilar o défice.
A meta de 4,5% está claramente ameaçada, ainda que os elementos da missão da troika, disseram vários deputados esta semana, se tenham mostrado mais focados a tentar resolver o exercício orçamental de 2013. Pediram, por exemplo, sugestões de medidas que substituam o não corte de subsídios no próximo ano, na sequência da decisão do Tribunal Constitucional.
Eventualmente, terão de ser medidas que assegurem a redução do défice para 3% no próximo ano, mas que também tapem o desvio que se verificará este ano.
Na análise à execução orçamenta até julho, a UTAO escreve que "a execução orçamental do último trimestre do ano é que assume especial relevância, uma vez que nesse período o défice orçamental costuma registar um agravamento muito significativo (na ordem dos 5,5 mil milhões de euros, considerando a média dos últimos três anos, sem medidas oneoff)", isto é, sem medidas extraordinárias.
Significa isto que o saldo relevante para a troika, um défice de 4,124 mil milhões de euros segundo informou já o Ministério das Finanças através da Direção-Geral do Orçamento, terá um peso de 4,9% do PIB. A UTAO, na última análise à execução orçamental, estimou um défice de 6,7% a 7,1% do produto nos primeiros seis meses.
Este saldo, que emerge dos critério do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF) e que já corrige alguns dos efeitos de caixa (como a contabilização dos fundos de pensões da banca que não podem contar como receita este ano), já se aproxima bastante do valor final em contabilidade nacional, que será libertado pelo INE no final deste mês.
A meta da troika para o défice do primeiro semestre até era mais dramática (4,4 mil milhões de euros ou 5,3%).
O problema, como já fizeram saber vários membros do Governo, é que o segundo semestre vai ser difícil para o desempenho da receita e podendo mesmo haver despesas que entrem no final do ano que façam descarrilar o défice.
A meta de 4,5% está claramente ameaçada, ainda que os elementos da missão da troika, disseram vários deputados esta semana, se tenham mostrado mais focados a tentar resolver o exercício orçamental de 2013. Pediram, por exemplo, sugestões de medidas que substituam o não corte de subsídios no próximo ano, na sequência da decisão do Tribunal Constitucional.
Eventualmente, terão de ser medidas que assegurem a redução do défice para 3% no próximo ano, mas que também tapem o desvio que se verificará este ano.
Na análise à execução orçamenta até julho, a UTAO escreve que "a execução orçamental do último trimestre do ano é que assume especial relevância, uma vez que nesse período o défice orçamental costuma registar um agravamento muito significativo (na ordem dos 5,5 mil milhões de euros, considerando a média dos últimos três anos, sem medidas oneoff)", isto é, sem medidas extraordinárias.
Nenhum comentário:
Postar um comentário