A última viagem do vaivém Endeavour, ao longo de 19 quilómetros nas ruas do Sul de Los Angeles, deixou de ser apenas uma festa. Os ânimos exaltaram-se quando os moradores souberam que 400 árvores terão de ser abatidas para que o “gigante” seja levado do Centro Espacial Kennedy para o museu onde ficará em exposição permanente.
A 20 de Setembro, o Endeavour, que fez a última missão espacial em Abril de 2011, deverá chegar ao aeroporto internacional de Los Angeles, trazido por um Boeing 747 desde o Centro Espacial Kennedy, na Florida. Depois, a 12 e 13 de Outubro fará os últimos 19 quilómetros por estrada até à sua futura casa, o Centro de Ciências da Califórnia, no Parque de Exposições.
A dificuldade dos últimos dois dias de transporte advém da dimensão da nave: 77 toneladas de peso, uma altura correspondente a um prédio de cinco andares e 23 metros de largura. Chegou a ser ponderada a hipótese de desmontar o vaivém mas, segundo o presidente do Centro de Ciências da Califórnia, Jeffrey Rudolph, isso iria danificá-lo. Transportá-lo por helicóptero também foi uma hipótese descartada por causa do peso, assim como um trajecto pela auto-estrada, por causa das pontes e viadutos noticia o jornal Los Angeles Times.
“Tivemos de escolher um trajecto sem infra-estruturas permanentes, como pontes e edifícios”, acrescentou Rudolph. Por isso, o vaivém vai fazer os 19 quilómetros através de Manchester Boulevard até Crenshaw Drive, percorrendo depois a Crenshaw Boulevard e a Martin Luther King Jr. Boulevard. Para abrir caminho ao Endeavour algumas árvores serão podadas, linhas eléctricas levantadas e sinais de trânsito removidos. Quase 400 árvores serão abatidas: 128 na localidade de Inglewood e 265 nos bairros no Sul de Los Angeles.
O Centro de Ciências da Califórnia já garantiu que, algumas semanas depois de o vaivém chegar ao seu destino final, vai plantar quase o dobro das árvores mas isso não é tido como suficiente pelos moradores. “Eles estão a abater estas árvores enormes e majestosas”, disse Lark Galloway-Gilliam, morador em Leimert Park. “Já não viverei o suficiente para ver as novas árvores tão grandes quanto as antigas.”
Opinião diferente tem Jeffrey Rudolph. “O Endeavour é um artefacto histórico e um tesouro nacional. A comunidade compreende isso e reconhece que o aparelho vai ajudar a inspirar a próxima geração de exploradores.”
Notícia corrigida às 11h25: os 19 quilómetros não são contabilizados a partir do Centro Espacial Kennedy mas sim do aeroporto internacional de Los Angeles.
A dificuldade dos últimos dois dias de transporte advém da dimensão da nave: 77 toneladas de peso, uma altura correspondente a um prédio de cinco andares e 23 metros de largura. Chegou a ser ponderada a hipótese de desmontar o vaivém mas, segundo o presidente do Centro de Ciências da Califórnia, Jeffrey Rudolph, isso iria danificá-lo. Transportá-lo por helicóptero também foi uma hipótese descartada por causa do peso, assim como um trajecto pela auto-estrada, por causa das pontes e viadutos noticia o jornal Los Angeles Times.
“Tivemos de escolher um trajecto sem infra-estruturas permanentes, como pontes e edifícios”, acrescentou Rudolph. Por isso, o vaivém vai fazer os 19 quilómetros através de Manchester Boulevard até Crenshaw Drive, percorrendo depois a Crenshaw Boulevard e a Martin Luther King Jr. Boulevard. Para abrir caminho ao Endeavour algumas árvores serão podadas, linhas eléctricas levantadas e sinais de trânsito removidos. Quase 400 árvores serão abatidas: 128 na localidade de Inglewood e 265 nos bairros no Sul de Los Angeles.
O Centro de Ciências da Califórnia já garantiu que, algumas semanas depois de o vaivém chegar ao seu destino final, vai plantar quase o dobro das árvores mas isso não é tido como suficiente pelos moradores. “Eles estão a abater estas árvores enormes e majestosas”, disse Lark Galloway-Gilliam, morador em Leimert Park. “Já não viverei o suficiente para ver as novas árvores tão grandes quanto as antigas.”
Opinião diferente tem Jeffrey Rudolph. “O Endeavour é um artefacto histórico e um tesouro nacional. A comunidade compreende isso e reconhece que o aparelho vai ajudar a inspirar a próxima geração de exploradores.”
Notícia corrigida às 11h25: os 19 quilómetros não são contabilizados a partir do Centro Espacial Kennedy mas sim do aeroporto internacional de Los Angeles.
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